Euclides da Cunha

Monumento às bandeiras

Euclides da Cunha foi o primeiro bandeirante dessa ‘entrada’ nova pela alma da nacionalidade brasileira.

Afrânio Peixoto, Euclides da Cunha: o homem e a obra (Discurso de recepção na Academia Brasileira de Letras) em 15 de agosto de 1911. In: Poeira da estrada: ensaios de crítica e de história, São Paulo, W. M. Jackson, 1944. Ilustração: Monumento às bandeiras, de Victor Brecheret, Ibirapuera, São Paulo.

Nacionalidade

A nossa nacionalidade atravessa de há muito uma quadra em que o mais difícil problema consiste em harmonizar a vida ao dever.

Euclides da Cunha em crônica Sejamos francos, jornal Democracia, Rio de Janeiro, 18 mar. 1890.

Loucura

Trouxeram depois para o litoral, onde deliravam multidões em festa, aquele crânio [de Antônio Conselheiro]. Que a ciência dissesse a última palavra. Ali estavam, no relevo de circunvoluções expressivas, as linhas essenciais do crime e da loucura…

Duas linhas
É que ainda não existe um Maudsley para as loucuras e os crimes das nacionalidades…

Euclides da Cunha, Os Sertões, A Luta, Últimos Dias, VI e VII.