Gravuras e esculturas

AUTÓGRAFO do escritor brasileiro Euclides da Cunha, [190-] digitalizado por Juan Carlos. [formato vetorial .SVG]

BUSTO de Euclides da Cunha no Memorial Euclides da Cunha, antiga Fazenda da Saudade, arraial de Santa Rita do Rio Negro, Cantagalo, Rio de Janeiro. Atual entrada da fábrica de Cimento Lafarge, rodovia RJ 166, km 8. Foto: Cris Isidoro/ Diadorim-Ideias, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura.

BUSTO de Euclides da Cunha na praça João XXIII, centro de Cantagalo, Rio de Janeiro, 1919. Grêmio Euclides da Cunha. Foto: Juan Carlos, 2009.

BUSTO em bronze de Euclides da Cunha, localizado em Petrópolis, Rio de Janeiro, 1966. Homenagem da Academia Petropolitana de Letras. Foto: Eugenio Hansen, OFS, maio 2011.

BUSTO de Euclides da Cunha por Honório Peçanha. Reprod. Ed. Esp. Revista Dom Casmurro, Rio de Janeiro, ano 10, n. 439/40, maio 1946.

BUSTO de Euclides da Cunha no Jardim Botânico de Niterói, Rio de Janeiro, 1973. Reprod. Niterói: patrimônio cultural, Secretaria Municipal de Cultura, Niterói Livros, 2000.

CLICHÉ “Euclydes Cunha” estampado em seus poemas. Reprod. de Poesia Reunida.

MAQUETE de busto por Correia Lima. Acervo ABL. Reprod. Ed. Esp. Revista Dom Casmurro, Rio de Janeiro, ano 10, n. 439/40, maio 1946. Alberto Venâncio Filho relata, em O movimento euclidianista, Conferência realizada na Academia Brasileira de Letras no dia 19 de junho de 2001, abrindo o Ciclo comemorativo do centenário da publicação de Os sertões, que O Grêmio pretendia erigir, no morro da Babilônia, um busto, cuja maquete de Correia Lima hoje se encontra nesta Casa [Academia Brasileira de Letras].

XILOGRAVURA por João de Sá a partir da caricatura de Emilio Damiani. São Paulo, 2007. Elaborada especialmente para o euclidesite. Coleção Juan Carlos.