Poesias

Caderno Ondas (1883-1884)

[Correi, rolai, correi — ondas sonoras]
Aurora
Clava…
No túmulo de um inglês…
Fatalidade…
Serenada
[Em em lesto — veloz librar]
Eu quero…
Reminiscência I
Tombos…
Ironia… (?)
Serenata
Ímãs
Tristeza
Paralelo
Verso e reverso
Horas de crença I
A Canalha
Oscilações
Horas de saudade
Varela
No campo
Andando…
Tiradentes…
Depois do combate
Depois do trabalho
Dantão…
Marat…
Robespierre
Saint-Just
Na selva
Sonhando…
Gonçalves Dias (ao pé do mar)
Rebate (aos padres)
Orgulho
Reminiscência II
Agonia da Crença…
Telas
Lux
O jaguar
Catequese (Soneto velho)
Os grandes enjeitados
O pescador (Canção)
A eterna luta
Ruínas
Fenômenos da Lua
Ridendo…
Despedida I
Num ângulo da rua
Num minuto de calma
A cruz da estrada I
Ferrea vox…
Sobre um seio
Sub umbra…
X
Viajando…
Eu sou republicano…
Estoicismo
A igreja abandonada
— Do cais —
Meia hora de descrença…
A queda da Batilha (14 de julho de )
A estátua equestre
Álgebra lírica
Canção (ao pé do mar)
Um soneto
Choques
Comparação
O Cólera
Ao clarão das forjas
Cenas da escravidão
Uma tela do passado
Luiza Michel
Madame Roland
Conto
Obscurii lucis (Os Farrapos)
Noutes azuis
Último canto

Postais (1902-1906)

[A ti, Filinto, que unes a rima rara]
[Meu caro Coelho Neto]
[Em falta de um post karte, iluminura]
[Onde o estudante e a serenata acordam]
Nota prosaica
[Lê?… Não lê. Aquele ar não é por certo]
[Escrever num cartão postal!… Aí ‘stá um repto]
[Minha jangada de vela]
[Se acaso uma alma se fotografasse]
[Nestas choupanas da roça]
[Estas lagoas, de esplendores]
[Esta mói e remói; mas esta calma]

Esparsas (1885-1909)

O mestre
Viam-no sempre a divagar torvado
Rimas
A flor do cárcere
Césares e czares
Os holandeses
[Entrei – grave – na Igreja – a turba ajoelhada] [II]
Cristo [II]
A rir
[Há nos teus olhos escuros]
Os lêmures
Estâncias
Mundos extintos…
Lirismo à disparada
D. Quixote
Poema rude
As Catas
Página vazia
O paraíso dos medíocres (Uma página que Dante destruiu)
[Nestes três dias esplêndidos]
Carta a Penseroso
Cláudio Manuel da Costa
A Infância e o Gênio

Como citar
CUNHA, Euclides da. Poesias. In: EUCLIDESITE. Obras de Euclides da Cunha. São Paulo, 2020. Disponível em: https://euclidesite.com.br/obras-de-euclides/poesias/ondas/. Acesso em: [data]. Reprod. sem notas, variantes, cotejos e estudos críticos de: CUNHA, Euclides da. Poesia reunida. org., estabel. de texto, introd., notas e índices por Leopoldo M. Bernucci e Francisco Foot Hardman. São Paulo: Editora UNESP, 2009.