Diogo Feijó

Detalhe da estátua de Diogo Antônio Feijó, parte integrante do Monumento à Independência, no Ipiranga, São Paulo, Brasil

A figura de Diogo Feijó, que a domina [a Regência], sobranceia todo o nosso passado. Tem linhas esculturais, que ainda não se reproduziram em nossos homens públicos. Que outros admirem os marechais dominadores de rebeldias dentro do círculo de aço dos batalhões fiéis; eu prefiro admirar aquele padre estupendo que com as mãos inermes quebrava as espadas dos regimentos sublevados. Ninguém mais do que ele nobilitou a lei, restaurou a autoridade e dignificou o governo. Mas, embatendo na sua alma antiga, quebrou-se, totalmente, a vaga de uma revolução. E ele fez o remanso largo do segundo Império…

— Euclides da Cunha, Conferência Castro Alves e seu tempo, S. Paulo, Centro Acadêmico XI de Agosto, 1907

livreiro

Briguiet-Garnier

…e a alegria de um livreiro [Briguet], nesta terra, diante de um livro de alto preço — vale dez artigos de crítica encomiástica.

Euclides da Cunha em carta a Oliveira Lima, 25 de julho de 1909, referindo-se ao livro recém-lançado d. João VI no Brasil, do embaixador, confrade e amigo Oliveira Lima.