obras sobre Euclides

A
ABDALA JÚNIOR, Benjamin; ALEXANDRE, Isabel M. M. (orgs.). Canudos: palavra de Deus, sonho da terra. São Paulo: SENAC, 1997.
ABREU, Modesto de. Estilo e personalidade de Euclides da Cunha: estilística d’Os Sertões. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1963. 207 p. Clássico do euclidianismo. Está entre as melhores análises do estilo euclidiano.
ABREU, Regina. O enigma de Os Sertões. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. 412 p.
ALEIXO IRMÃO, José. Euclides da Cunha e o socialismo. São José do Rio Pardo: Casa Euclidiana, 1960. Clássico do euclidianismo que, infelizmente, é desconhecido pela maioria dos estudiosos, porque a obra está esgotada, nunca foi reeditada e não está presente nos acervos de bibliotecas públicas.
ALVES, Henrique L. Euclides da Cunha na Amazônia. São Paulo: Secretaria da Cultura do Estado de S. Paulo, 1990.
—.  Nina Rodrigues e o negro no Brasil. São Paulo: Associação Cultural do Negro, 1966.
ANDRADE, Jefferson de (org.). Anna de Assis: história de um trágico amor. Rio de Janeiro: Codecri, 1987. il.
ANDRADE, Olímpio de Sousa. História e interpretação de Os Sertões. 3. ed. rev. e aum. São Paulo: EDART, 1966. Clássico do euclidianismo. O melhor livro sobre a gênese de Os Sertões.
ASSIS, Dilermando de. A tragédia da Piedade: mentiras e calúnias de A vida dramática de Euclides da Cunha. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1951.
ATHAYDE, Hélio. Atualidade de Euclides: vida e obra. 2. ed. rev. e aum. Rio de Janeiro: Presença, 1989.

B

BACON, Henry. A epopéia brasileira: uma introdução a Os Sertões. apres. de Umberto Peregrino. Rio de Janeiro: Antares/ Brasília: INL, Fundação Pró-Memória, 1983. 136 p. Presença dos textos clássicos greco-latinos e dos textos bíblicos na obra de Euclides da Cunha.
BARBIERI, Ivo; SALGUEIRO, Maria Aparecida Andrade; RODRIGUES FILHO, Nelson (orgs.). Euclides para jovens leitores. Rio de Janeiro: Eduerj, 2009. 210 p.
BARROS, Francisco de. Alguns aspectos da linguagem de Euclides da Cunha. Coimbra: Universidade de Coimbra, 1949.
BASTOS, Abguar. A visão histórico-sociológica de Euclides da Cunha. São Paulo: Nacional, 1986.
BELLO, José Maria. Inteligência do Brasil: ensaios sobre Machado de Assis, Joaquim Nabuco, Euclides da Cunha e Rui Barbosa. 2. ed. São Paulo: Nacional, 1935. (Brasiliana, 41).
BERNUCCI, Leopoldo M. (org.). Discurso, ciência e controvérsia em Euclides da Cunha. São Paulo: EDUSP, 2008. Série de 12 ensaios por especialistas em Euclides.
—.  Historia de un malentendido: un estudio transtextual sobre  La guerra del fin del mundo de Mario Vargas Llosa. New York: Peter Lang, 1989.
—; RISSATO, Felipe Pereira. Engenho, arte e parceria: quatro inéditos de Euclides da Cunha. Revista do NELE (Núcleo de Estudos do Livro e da Edição), n. 5, pp. 223-235, 2016.
—.   A imitação dos sentidos: prógonos, contemporâneos e epígonos de Euclides da Cunha. São Paulo: EDUSP; Boulder (Colorado): University of Colorado at Boulder, 1995. 346 p. Clássico recente do euclidianismo. O livro é composto de ensaios indispensáveis.
—.  (org.). Poesia Reunida de Euclides da Cunha. São Paulo: UNESP, 2009.
BETTIOL, Maria Regina Barcelos; HOHLFELDT, Antônio Carlos (org.). Euclides da Cunha, intérprete do Brasil: O diário de um povo esquecido. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2011. 104 p. Boa amostra da excelente produção sulista. Artigos de Flávio Loureiro Chaves, Gínia Maria Gomes, Luiz Armando Capra Filho, Marçal de Menezes Paredes e dos organizadores. Depoimentos de Daniel Weller, Diego Lock Farina, Fernando Malheiros Filho e Luciano Marcio Prates dos Santos.
BISILLIAT, Maureen. Sertões: luz & trevas. Sequência fotográfica… sobre textos de Euclides da Cunha. São Paulo: Rhodia, 1982. 152 p. il.
BRAGA, Robério dos Santos Pereira. Euclides da Cunha no Amazonas. Manaus: Valer, 2002. 212 p.
BRANDÃO, Adelino (org.). Enciclopédia de estudos euclidianos. Jundiaí: Jundiá, 1982. v. 1. Ensaios indispensáveis. Segue listagem dos trabalhos que servem até hoje de base para novos estudos:

  • A poesia na prosa de Euclides da Cunha, de Abguar Bastos
  • Euclides da Cunha e Victor Hugo, de Adelino Brandão
  • Os Sertões nas versões italiana, francesa e espanhola,  de Aldo Cipolato
  • Os Sertões — História da Campanha de Canudos, de Amélia Franzolin Trevisan
  • Estruturas formais para a atmosfera de angústias em Os Sertões, de Célio Pinheiro
  • Aspectos da obra Peru versus Bolívia, de Dálvaro da Silva
  • O estouro da boiada (estudo comparativo), de Émerson Ribeiro de Oliveira
  • A Nota Preliminar de Os Sertões, Everton de Paula
  • As trilhas que partem de Os Sertões e de Euclides, de Francisco Marins
  • Presença de Euclides, de Hersílio Ângelo
  • Revisão histórica de Canudos, de Honório de Sylos
  • Tipos étnicos e sociais de Os Sertões, de Ivo Vannuchi
  • As mulheres de Os Sertões, de José Calasans
  • “Judas-Ahsverus” (estudo estilístico), de Márcio José Lauria
  • A Geografia na obra de Euclides da Cunha, de Moisés Gicovate
  • Aspectos biográficos de Euclides da Cunha, de Oswaldo Galotti

BRANDÃO, Adelino. Euclides da Cunha e a questão racial no Brasil: a Antropologia de Os Sertões. Rio de Janeiro: Presença, 1990.
—.  Euclides e o folclore. Jundiaí, Literarte, 1985. 120 p. il.
—.  Paraíso Perdido: Euclides da Cunha – Vida e Obra. São Paulo: IBRASA, 1997. 442 p. il.
—.  A Sociologia dos Sertões. [S.l.]: Artium, 1994. 194 p. il.

C

CALASANS, José. Catografia de Canudos. Salvador: Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia, 1997.
—.  Euclides da Cunha e Siqueira de Meneses. Aracaju: Movimento Cultural de Sergipe, s/d. 26 p. il.
CAMPOS, Augusto de; CAMPOS, Haroldo de. Os Sertões dos Campos: duas vezes Euclides. Sette Letras, 1997. 72 p. Clássico do euclidianismo. A poética de Os Sertões reunida e analisada.
CHAPMAN, Grover. O episódio de Canudos, de Euclides da Cunha. Rio de Janeiro: Salamandra, 1978. 56 p. il.
CITELLI, Adilson. Roteiro de Leitura: Os Sertões de Euclides da Cunha. São Paulo: Ática, 1998. De acordo com orientação do eminente prof. Stenio Esteter, é uma excelente introdução a Os Sertões para jovens.
COELHO NETO. Livro de Prata. São Paulo: Liberdade, 1928.
CONSIDERA, Anabelle Loivos; PIETRANI, Anélia Montechiari; SANGENIS, Luiz Fernando Conde(Orgs.). Euclides, mestre-escola. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2015.
CORRÊA, Fabiana Figueira. Era uma vez, Euclydes… il. de Arthur Consídera. Rio de Janeiro: Nitpress, 2010. 64 p. Vida e obra de Euclides para as crianças.
CORREIA, Nereu. Tapeçaria lingüística d’ Os Sertões, de Euclides da Cunha. São Paulo: Quiron, 1978. 176 p.
COUTINHO, Afrânio. Euclides, Capistrano e Araripe. Rio de Janeiro: MEC/INL, 1959.

D

DANTAS, Paulo. Sertões de Euclides e outros sertões. São Paulo: CEC, 1969.
—.  Euclides opus 66: balada heróica. São Paulo: Carioca, 1965. 186 p. Clássico do euclidianismo que trata da musicalidade do texto euclidiano.

F

FORTES, Herbert Parentes. Euclides: o estilizador de nossa história. pref. de Antônio de Pádua Franco Ramos. 3. ed. São Paulo: GRD, 1990.
FREYRE, Gilberto. Atualidade de Euclydes da Cunha. 2. ed. Rio de Janeiro: Casa do Estudante, 1943. (Conferência – Salão de conferências da Biblioteca do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, 29 out. 1940).
—.   Perfil de Euclides e outros perfis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.

G-H

GALVÃO, Walnice Nogueira. No Calor da Hora: a Guerra de Canudos nos jornais. São Paulo: Ática, 1974. Reeditado em 1977 e 1994.
GICOVATE, Moisés. Euclides da Cunha: uma vida gloriosa. 3. ed. São Paulo: MG Associados, 1979.
GOMES, Eugênio. Visões e revisões. Rio de Janeiro: INL, 1958.
HARDMAN, Francisco Foot. A vingança da Hiléia. São Paulo: UNESP, 2009.
HECHT, Susanna. B. The Scramble for the Amazon and the “Lost Paradise” de Euclides da Cunha. Chicago: Chigaco University Press, 2013.

J

JOUTEUX, Fernand. O Sertão (grande ópera brasileira em 4 atos sobre a epopéia de Canudos). trad. Celso Brant. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1953. 64 p. A ópera foi escrita entre 1912 e 1922, mas a estréia somente aconteceu em 24 de novembro de 1954, com a Orquestra Sinfônica da Polícia Militar de Minas Gerais. Segundo a Revista Continente (1 nov. 2002), “Em 2001, o flautista e regente assistente da Sinfônica da PM mineira, João Jorge Soares, aluno do curso superior de Regência da UFMG, num trabalho de arqueologia musical, reconstituiu boa parte dos pentagramas no tom original, além de ter resgatados partituras em poder de participantes da primeira encenação ou de seus parentes. E nos dias 05 e 06 de agosto de 2002, encenou pela segunda vez a ópera, no teatro do Palácio das Artes de Belo Horizonte. O libreto da ópera de Jouteux foi publicado pela Imprensa Oficial de Minas, em janeiro de 1953, com tradução de Celso Brant. Eis um resumo do enredo: Cília, mulher de Antônio, é bela e pura. A mãe de Antônio tem ciúme doentio da nora. Cília pede ao cunhado, Patrício, que a leve a Antônio, em viagem há longo tempo. A mãe os flagra e acusa Cília de adultério. Chama secretamente Antônio e diz-lhe que o irmão vai fugir com a mulher. De tocaia, Antônio vê os dois partindo à noite, confirmando, assim, a denúncia da mãe. Pensa em assassiná-los, mas cumprindo a promessa à mãe, deixa-os partir. Desesperado, ouve um chamamento místico: “Céus! Que vozes são essas, que me chamam ao longe, como se fossem preces? – Sim, sim, eu vos ouço, ó vós, os Deserdados, Mendigos, Atormentados, e vós, os Perseguidos”. Abandona tudo, torna-se um peregrino. Corta para o arraial de Canudos. Antônio já é o Conselheiro, o Filho do Homem. Um dia, Cília junta-se aos fiéis, passando a viver no arraial, sem saber que o pregador é o seu marido. Antônio, entretanto, a reconhece, mas disfarça. Vila Nova, lugar-tenente do Conselheiro, cai de amores por ela, que o repele, pois ainda ama o marido. Vila Nova chega a discutir com o Conselheiro por causa da mulher e ameaça duelar com João Abade, que toma as dores do Filho do Homem. Depois do cerco e destruição de Canudos, Vila Nova, sobrevivente com Cília, insiste para que ela o aceite. Nesse instante, o Conselheiro como que ressuscita, erguendo-se ferido dos escombros, e declara-se à mulher. Vila Nova foge espavorido. Cília está transida de felicidade. Os soldados federais avançam, aos gritos de “Vitória!”. Depois de reconciliar-se com a mulher, o Conselheiro, enfraquecido pelos ferimentos, cai finalmente morto. Os soldados se aproximam. Cília solta um fundo lamento (“Não tereis a glória de prender-nos vivos; porque morrer é mais doce, mais nobre, para a Memória dos valentes Jagunços, que sobreviver, algemados, à queda de Canudos!”), saca de um punhal e se mata, tombando ao lado do marido. Cai o pano.”
JUÍZOS críticos. org. José Leonardo do Nascimento e Valentim Facioli. São Paulo: Nankin; Unesp, 2003. 158 p. Oportuna reedição (ampliada e corrigida) das críticas dos contemporâneos de Euclides, originalmente publicadas em 1904 pela Laemmert: José da Penha, Leopoldo de Freitas, J. dos Santos Medeiros e Albuquerque, Múcio Teixeira, José Veríssimo, Araripe Júnior, Moreira Guimarães, Coelho Neto, José de Campos Novaes e Sílvio Romero.

L

LACERDA FILHO. Euclides da Cunha, sua vida e sua obra. João Pessoa: A União, 1936. 158 p.
LAMBERT, Jacques. Os dois Brasis. São Paulo: Companhia Nacional, 1967.
LAURIA, Márcio José. Ensaios euclidianos. Rio de Janeiro: Presença, 1987.
LEÃO, Velloso. Euclides da Cunha na Amazônia: ensaio. Rio de Janeiro: São José, 1966.
LEVINE, Robert M. O sertão prometido: o massacre de Canudos. São Paulo: EDUSP, 1995.
LIMA, Luiz Costa. Euclides da Cunha: contrastes e confrontos do Brasil. Contraponto, 2000. 60 p.
—.   Terra ignota: a construção de Os Sertões. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
LINS, Ivan Monteiro de Barros. O positivismo na cultura brasileira: Euclides da Cunha. In: História do positivismo no Brasil. São Paulo: Companhia Nacional, 1967. Indispensável para a compreensão da presença do positivismo em Euclides e, é claro, do próprio positivismo.
LUTTERBACH, Edmo Rodrigues. A eternidade de Euclydes da Cunha. Niterói, Rio de Janeiro: Nitpress, 2009. 96 p.

M

MACHADO, Aimberê Araken. Drama e genialidade em Euclides da Cunha: aspectos da vida e da obra do autor de Os Sertões. Florianópolis: Insular, 2002.
—. Euclides da Cunha: da glória literária à morte trágica. Florianópolis: Insular, 2013.
MAIA, Florestan J. Euclides da Cunha: uma vida acidentada, um estilo rude e uma obra importante. Rio de Janeiro: Centro de Documentação, 1973.
MARCONDES, Marileine Paula. Relações Internacionais em Euclides da Cunha: Cartas De Sete Léguas. São Paulo: Nankin, 2012.
MASCHIETTO, Carmem Cecilia Trovatto. A tradição euclidiana: uma ponte entre a história e a memória. prefácio de Márcio José Lauria. São Paulo: Arte & Ciência, 2002. 232 p.
MELO, Dante de. A verdade sobre Os Sertões: análise reivindicatória da Campanha de Canudos. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1958. 257 p.
MENDES, J. Bosco F. Euclides e o Conselheiro: Um grito no Nordeste – ensaio literário e antropológico. Fortaleza: Minerva, 1987. 120 p.
MENDONÇA, Belarmino. Reconhecimento do rio Juruá. Belo Horizonte: Itatiaia, 1989.
MONTEIRO, Benedito. Poesia do texto. Belém, Pará: Cejup, 1998.
MONTEIRO LOBATO, José Bento. Dramas de crueldade. In: A onda verde. 6. ed. São Paulo: Brasiliense, 1955. v. 5 (Obras completas de Monteiro Lobato, Literatura geral, 1). pp. 71-6.
—.  Euclides, um genio americano. In: Na Antevespera. 5. ed. São Paulo: Brasiliense, 1951. v. 6 (Obras completas de Monteiro Lobato, Literatura geral, 1). pp. 249-55.
MOTA, Lourenço Dantas. Euclides da Cunha (biografia). São Paulo: Três, 1974.
MOURA, Clóvis. Introdução ao pensamento de Euclides da Cunha. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964.

N

NASCIMENTO, José Leonardo do. Euclides da Cunha e a estética do cientificismo. São Paulo: UNESP, 2011. 168 p.
NASCIMENTO, José Leonardo do (org.). Os Sertões de Euclides da Cunha: releituras e diálogos. São Paulo: UNESP, 2002. 204 p.
NEVES, Edgard de Carvalho. Afirmação de Euclides da Cunha. São Paulo: Francisco Alves, 1960.
NOGUEIRA, Ataliba. Antônio Conselheiro e Canudos: revisão histórica. São Paulo: Nacional, 1974.

O

OCTAVIANO, Ieda. Euclides da Cunha, o transcendental; e Tobias Barreto, o filósofo. Rio de Janeiro: Catedra, 1988.  79 p.
OLIVEIRA, Franklin de. Euclydes: a espada e a letra – florianistas e castilhistas no massacre de Canudos, Comte e outras influências reacionárias, as antecipações do autor de Os Sertões. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983. 144 p. Clássico do euclidianismo.

P

PEREGRINO, Umberto. Euclides da Cunha e outros estudos. Rio de Janeiro: Record, 1968. 289 p.
—. O exercício singular da comunicação na vida e na obra de Euclides da Cunha. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 1983. 110 p.
—.  Os Sertões como história militar. Rio de Janeiro: s.n., 1956. 75 p.
—.   Vocação de Euclides da Cunha: intepretação das suas experiências na carreira militar. Rio de Janeiro: MEC, 1954. 41 p.
PINHEIRO, Célio (coord.). 80 anos de Os Sertões de Euclides da Cunha. ed. comemorativa. São Paulo: Arquivo do Estado, 1982. 94 p.
PINTO, Pedro A. Os Sertões de Euclides da Cunha. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1930. Clássico do euclidianismo. Livro difícil de encontrar.
PONTES, Elói. A vida dramática de Euclydes da Cunha. Rio de Janeiro: José Olympio, 1938. 342 p. Clássico do euclidianismo.

R

RABELLO, Sylvio. Euclides da Cunha. Rio de Janeiro: Casa do Estudante do Brasil, 1948. 463 p. il. Clássico do euclidianismo.
RANGEL, Alberto. Euclides da Cunha: um pouco do coração e do caráter. Rio de Janeiro: Jornal do Commercio, 1913.
REALE, Miguel. Face oculta de Euclides da Cunha. Rio de Janeiro: Topbooks, 1993. Ensaio sobre a filosofia em Euclides da Cunha.
capa do livro Iconografia de Euclides da Cunha com foto de Euclides sentadoRISSATO, Felipe Pereira. Iconografia de Euclides da Cunha: comentários e bibliografia. pref. de Paulo Roberto Pereira. Curitiba: Instituto Memória, 2011. 120 p. il. O maior e melhor levantamento iconográfico já realizado.
REIS, Renan Nascimento. A Amazônia de Werner Herzog e Euclides da Cunha. Locus: revista de história, Juiz de Fora, v. 23, n. 1, pp. 33-52, 2017.
ROQUETTE PINTO, Edgar de. Euclides da Cunha, naturalista. Rio de Janeiro: Aurora, s.d.
ROSSO, Mauro. Escritos de Euclides da Cunha: política, ecopolítica e etnopolítica. São Paulo: Loyola, 2009. 528 p.

S

SAMPAIO, Wilson Correia. Euclides da Cunha: pensador do Brasil. Maceió: EDUFAL, 2009. 132 p.
SANGENIS, Anabelle Loivos; SANGENIS, Luiz Fernando. Euclides da Cunha: da face de um tapuia. Niterói: Nitpress, 2013.
SANTIAGO, Silviano. Nas malhas da letra: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
SANTOS, Daury da Silveira. Toponímia indigenista n‘ Os Sertões, de Euclides da Cunha. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 1983.
SANTOS, Idelette Muzart-Fonseca dos; ROLLAND, Denis. La guerre de Canudos – Euclides da Cunha, l’écriture et la fabrique de l’histoire. Paris: L’Harmattan, 2005.
SÃO PAULO (ESTADO). Os Sertões nos anos 80. Caderno Especial – Suplemento São Paulo. São Paulo, Imprensa Oficial, 18 dez.1982.
SCARABOTTO, Hélio. Euclides da Cunha e o Itamaraty. Manaus: Governo do Estado do Amazonas, 1966.
SEVCENKO, Nicolau. Literatura como missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Brasiliense, 1983. Quer escrever sobre Euclides sem anacronismos? Leitura obrigatória.
SODRÉ, Nelson Werneck. A ideologia do colonialismo: seus reflexos no pensamento brasileiro. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1984.
SOUZA, Ronaldes de Melo e. A geopoética em Euclides da Cunha. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2009. 351 p.

T

TEIXEIRA, Elenir de Oliveira. Desenhos, pinturas e xilogravuras, inspirados em Os Sertões. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1970. Infelizmente, não foi possível ter acesso ao trabalho.
TERÊNCIO, Paulo. Estudos euclidianos: notas para o vocabulário de Os Sertões. Rio de Janeiro: Benedicto de Souza, 1929. 163 p.
TOCANTINS, Leandro. Euclides da Cunha e o paraíso perdido: tentativa de interpretação de uma presença singular na Amazônia e conseqüentemente a evolução de um pensamento sobre a paisagem étnico-cultural, histórica e social brasileira, alargando-se nos horizontes da história transcontinental. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978. Ainda é a melhor descrição e estudo crítico da viagem de Euclides às cabeceiras do rio Purus. Clássico do euclidianismo.
TOSTES, Joel Bicalho; BRANDÃO, Adelino. Águas de amargura: o drama de Euclides da Cunha e Ana. 3. ed. Rio de Janeiro: Rio Fundo, 1990.

V

VARGAS LLOSA, Mário. A guerra do fim do mundo. trad. bras. Remy Gorga Filho. 17. ed.  Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1990.
VELOSO, Leão. Euclides da Cunha na Amazônia. Rio de Janeiro: São José, 1966.
VENÂNCIO FILHO, Francisco. A glória de Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia Nacional, 1940.
VENTURA, Roberto. Retrato interrompido da vida de Euclides da Cunha. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. 348 p.
—.   Os Sertões. São Paulo: Publifolha, 2002. Os Sertões e a vida de Euclides para os iniciantes.
VIANA FILHO, Luís. À margem d’ Os Sertões. Salvador: Progresso, 1960.

Z

ZACHARIAS, Manif. A lexicologia de Os Sertões: o vocabulário de Euclides da Cunha. Florianópolis: Guarapuvu, 2001.